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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Cinema: A Escolha Perfeita



Ficha Técnica:

Lançamento: 7 de dezembro de 2012 (1h53min)
Dirigido por: Jason Moore
Elenco principal: Anna Kendrick (Beca), Skylan Astin (Jesse), Anna Camp (Aubrey), Brittany Snow (Chloe), Rebel Wilson (Fat Amy)
Gênero: Comédia, Comédia Musical
Nacionalidade: EUA

O The Barden Bellas é um grupo de música a cappella formado por garotas que dão muito valor ao visual, ou seja, só tem meninas bonitas, magras e, obviamente, com uma bela voz. Porém, depois de uma apresentação desastrosa numa competição de final de ano, as líderes do grupo decidem mudar um pouco esse estilo, e é quando Beca é convidada para participar. Ela não tem interesse nenhum na faculdade e só quer focar na sua carreira de DJ, mas acaba penetrando nesse mundinho de mesmice das Bellas e terá um papel importante em todas as competições.

Esse é o famoso filme em que Anna Kendrick faz o Cup Song, galera. Nem eu sabia disso, mas eu e minha irmã estávamos procurando um filme pra assistir no Netflix e ela me contou, então demos uma chance. Não sou muito de filmes musicais, mas confesso que adorei a escolha! Obviamente há varias músicas, mas além de a maioria ser conhecida (David Guetta e Bruno Mars, por exemplo), não tem aquela coisa de dois minutos de filme, e uma música, mais dois minutos e mais uma música, então não cansa e dá vontade de sair dançando! Tem uma história legal, embora um pouco "ultrapassada"
 (essa coisa de competição e romance, que já foi abordada centenas de vezes no cinema), e com atrizes maravilhosas, incluindo até a Elizabeth Banks, que faz o papel de comentarista da competição. 

Uma coisa que achei amazing quando estava procurando informações sobre o filme é que vai ter uma continuação ainda esse ano! Pois é: em agosto, mês do meu aniversário (<3), estreará nos cinemas A Escolha Perfeita 2, dessa vez dirigido pela Banks, minha eterna Effie Trinket. Estou louca pra ver (mesmo tendo uma série de filmes que estrearão no cinema antes, aia ai, essa lista só aumenta). Já tem o trailer, que eu vou deixar aqui embaixo pra vocês, e acho que vai ficar incrível. Se eu tiver conseguido colocar a foto direito, aqui do lado vai estar o pôster que divulgaram do filme :3




Aqui está o trailer do filme:



E o trailer do segundo filme:



Bom, é isso. Espero que tenham gostado da indicação! Sigam o Instagram do blog (@ressacanerd) para estarem sempre por dentro dos posts novos, sigam o blog pelo Google porque isso ajuda PRA CARAMBA e quem quiser me seguir no instagram (@duarthvader) ou no Skoob, pode também porque eu vou ficar bem feliz :D Beijos e até mais :*

Uma coisa que achei amazing quando estava procurando informações sobre o filme é que vai ter uma continuação ainda esse ano! Pois é: em agosto, mês do meu aniversário (<3), estreará nos cinemas A Escolha Perfeita 2, dessa vez dirigido pela Banks, minha eterna Effie Trinket. Estou louca pra ver (mesmo tendo uma série de filmes que estrearão no cinema antes, aia ai, essa lista só aumenta).

segunda-feira, 23 de março de 2015

Cinema: 12 Horas

Ficha Técnica:
Lançamento: 13 de abril de 2012 (1h34min)
Dirigido por: Heitor Dhalia (brasileiro!)
Elenco principal: Amanda Seyfried (Jill Parrish), Daniel Sunjata (Powers), Jennifer Carpenter (Sharon Ames), Sebastian Stan (Billy).
Gênero: Suspense, Drama
Nacionalidade: EUA

Jill Parrish já havia sido sequestrada uma vez, mas ninguém nunca acreditou nela por falta de provas. Agora, dois anos depois, ela mora com a irmã e é extremamente neurótica em relação a segurança das duas. Um dia, após voltar do trabalho, sua irmã não está em casa e Jill encontra provas estranhas de que ela foi sequestrada também. Sem a confiança da polícia local, que acha que ela está delirando, a própria Jill começa uma busca por sua irmã e por provas de que o sequestrador existe e está à solta por aí.

O título original é "Gone", e eu deixaria esse filme passar em branco se não fosse a mami ter pdido pra ler a sinopse. Além de ter uma premissa super legal, o filme é ótimo também! Eu achei super envolvente, e o final não é nem u pouco previsível mas ainda sim deixou um pouco a desejar, na minha opinião. Não é o melhor suspense que eu já
 vi também, mas vale a pena, sem falar que não é muito longo então não cansa. Achei super legal o fato de o diretor, Heitor Dhalia, ser brasileiro! Não fazia a menor ideia, e nunca vi outros trabalhos dele (se alguém quiser recomendar, deixa aí nos comentários!).

Eu acho a atuação da 
Amanda Seyfried maravilhosa. Além de 12 Horas, vi também Querido John, filme inspirado no livro do Nicholas Sparks onde ela interpreta a personagem Savanna Lynn Curtis, e, obviamente assisti também Meninas Malvadas, onde interpreta Karen Smith. Acho que, entre o elenco principal, conheço apenas ela e o ator Sebastian Stan, por causa do papel de Chapeleiro Maluco (Jefferson) na série de TV Once Upon A Time amoooo <3.

Bom, não sei mais o que falar :p Foi uma experi~encia bem legal, é um bom filme e eu recomendo pra quem não quer um suspense pesado mas com um pouco de ação (sim, sou uma pessoa direta). O trailer:



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segunda-feira, 16 de março de 2015

Cinema: Cyberbully (Bullying Virtual)

"Palavras podem ferir"

Ficha Técnica:

Lançamento: 17 de julho de 2011
Dirigido por: Charles Binamé
Elenco principal: Emily Osment (Taylor Hillridge), Kay Panabaker (Samantha Caldone), Meaghan Rath (Cheyenne Mortenson), Kelly Rowan (Kris Hillridge)
Gênero: Drama, drama adolescente
Nacionalidade: Canadá

No aniversário de 17 anos, Taylor finalmente ganha o próprio notebook, e assim não tem mais que usar um computador na cozinha para que sua mãe possa saber o que está acontecendo. Sem supervisão, ela cria um perfil numa rede social e lá passa a sofrer cyberbullying (quando pessoas usam a internet para postar conteúdo com intenção de humilhar publicamente outra pessoa, mandar comentários pejorativos ou escrever discursos de ódio). Com as humilhações que sofre diariamente na internet, amigos e conhecidos da escola e de qualquer outro lugar do "mundo real" passam a rejeitá-la e ela tentará o possível para fazer com que isso não a impeça de continuar a viver normalmente.

Esse filme é uma excelente lição moral pra quem ainda tem uma cabeça pequena o suficiente pra se sentir bem xingando pessoas pela internet, um ferramenta que pode se tornar uma arma na mão dessas pessoas. Não sendo obrigada a mostrar o rosto ou mesmo a se identificar, ainda há por aí praticantes de cyberbullying que são culpados por causar depressão e até levar as vítimas ao suicídio. Por isso resolvi recomendar esse filme hoje pra vocês, porque aborda de uma maneira simples essa questão e me deixou emocionada e com um sentimento de compaixão pela personagem de Emily Osment (sim, a Lily de Hannah Montana), que é vítima do tipo de pessoa que citei acima. 

Não é o tipo de filme que eu assistiria normalmente quando estou de bobeira no Netflix, mas me interessei principalmente porque não vi Emily Osment nenhuma vez depois de O Resgate do Papai, um filme da Disney que foi ao ar em 2009. Eu adoro ela e amava sua personagem em Hannah Montana (um dos meus seriados preferidos da Disney na época), e como Cyberbully era o filme de destaque da semana (se não me engano), dei play e me emocionei enquanto assistia. Recomendo pra todo mundo que já sofreu algum tipo de bullying e pra quem teve a alegria de não passar por isso. Até que me surpreendi com o final e fiquei irritadíssima com a descoberta (que obviamente eu não posso falar porque estragaria o filme). Enfim, talvez seja uma escolha que incomode quem não gosta muito de drama, mas se você não tem problemas com isso, assista!

Trailer:


Bom, quem já assistiu, deixe sua opinião nos comentários, e quem não assistiu, não perca mais tempo. Não esqueçam de seguir o Instagram do blog (@ressacanerd) e de seguir o blog pelo Google clicando no botãozinho "Participe deste site" na barra lateral porque isso ajuda MUUITO, e pra quem quiser acessar meu perfil no Skoob é só clicar aqui. Espero que tenham gostado do post. Beijos e até mais :*

PS. Esse é um pedido para quem tem Blogger: alguém aí sabe controlar a letra usada nas postagens? Não sei se vocês já repararam, mas meus posts sempre ficam com a letra diferente. 
Em tudo que escrevo uso a letra Georgia (essa aqui que vocês estão lendo), mas quando vou visualizar a maioria dos posts é como se a letra estivesse em negrito e eu não coloco negrito mas também não sei como arrumar. Se alguém puder me ajudar aí nos comentários, eu vou ficar muito grata :p

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cinema: Gatinhas e Gatões (Sixteen Candles)

Ficha Técnica:
Lançamento: 8 de julho de 1984 (1h33min)
Dirigido por: John Hughes
Elenco principal: Molly Ringwald (Samantha Baker), Anthony Michael Hall (Ted), Michael Schoeffling (Jake Ryan)
Gênero: Comédia, Romance
Nacionalidade: EUA

É o aniversário de 16 anos de Samantha Baker, ou apenas Sam. Ela quer que o dia seja perfeito, mas com a confusão dos preparativos do casamento de sua irmã mais velha, ninguém sequer lembra do grande dia. Sem falar em outros problemas: Sam também é apaixonada por Jake, um colega de aula já comprometido com outra garota que, aos olhos de Sam, é completamente perfeita. Para fechar com chave de ouro, ainda chega Ted, um calouro que começa a paquerá-la de um jeito bem desnecessário para impressionar os amigos nerds.

Primeiramente, só quero dizer o quanto odeio o título em português e o quanto acho essa tradução extremamente desnecessária. Agora, quero expressar meu amor pelos filmes do John Hughes <3 Sério, já disse pra vocês que amo esses filmes adolescentes dos anos 80 e 90, e esse cara incrivelmente talentoso faz os melhores! Mas enfim, hoje vamos falar especificamente sobre Sixteen Candles.

Adorei a história, a fotografia e simplesmente amo ver o que vestiam na época em que o filme foi gravado, mesmo não sendo muito ligada nessa coisa de moda :p Tem uma história super divertida e eu ria sozinha em casa, principalmente com o papel de Ted do Anthony Michael Hall, que era uma graça quando jovenzinho hahaha. O jeito como ele queria se enturmar a escola e não tinha "medo dos veteranos" me fez rir demais e mesmo querendo ficar com Sam, ele soube ser um bom amigo e teve um final bem legal no filme, que obviamente eu não vou contar porque vai estragar tudo. E a Sam é do tipo que se baseia no corpo das outras meninas, querendo ter mais "abundância", mas é cheia de personalidade e uma romântica incorrigível, que sonha com seu par perfeito (no caso, Jake).

Recomendo esse filme pra quem gosta desse tipo de "antiguidade" como eu e garanto que essa uma hora e meia vai ser bem aproveitada se for na companhia de Sam, Ted e Jake. 
Curiosidades (via Adorocinema):

  1. O ator Jim Carrey fez o teste para interpretar o personagem Ted.
  2. Molly Ringwald quase perdeu o papel principal para a atriz Ally Sheedy, que mais tarde protagoniza o filme Clube dos Cinco com ela.
  3. Este é o primeiro de três filmes que o diretor John Hughes e o ator Anthony Michael Hall trabalham juntos. O outros são O Clube dos Cinco e Mulher Nota 1000.
É isso, gente. Quem já tiver assistido ao filme, comenta aqui embaixo o que achou, e quem ainda não viu, deixe um comentário falando sobre o post e depois vá assistir! Não esqueça de seguir o blog pelo Google pelo botãozinho "Participe deste site", de seguir o Instagram oficial do blog (@ressacanerd) e, se quiser, dar uma olhadinha no meu Skoob (que precisa ser atualizado, por sinal)! Beijos e até mais :*

terça-feira, 3 de março de 2015

Cinema: Hanna

Ficha técnica:

Lançamento: 10 de junho de 2011 (1h57min)
Dirigido por: Joe Wright
Elenco principal: Saoirse Ronan (Hanna), Eric Bana (Erik Heller), Cate Blanchett (Marissa Wiegler), Jessica Barden (Sophie)
Gênero: Suspense, Drama, Ação
Nacionalidade: EUA, Reino Unido, Alemanha

Hanna é uma adolescente solitária criada pelo pai, Erik, nos confins da "fria Finlândia". Treinada para ser uma assassina profissional, ela finalmente recebe uma missão de Erik (que é um ex-agente da CIA), e sai em busca do seu alvo por toda a Europa. Porém, quanto mais se aproxima do alvo, mais descobre segredos que deveriam permanecer escondidos, e passa a questionar sua humanidade e forma de agir.


Só eu lembrei (e MUITO) da Ellie, do jogo The Last Of Us?
Sim, acho que foi a "resenha de filme" mais curta que eu já fiz. Acontece que NÃO TEM mais o que dizer! Essa é a sinopse, e vocês vão ter que aceitar assim como o fato de que a Saoirse é uma grande diva, ainda mais com esse cabelo loiro-quase-branco! Gente, essa mulher... além de ser linda tem um talento incrível. E o filme todo é sensacional: o enredo, o desenvolvimento da história, as cenas de ação, e o final... Nossa, meu coração!
O elenco é ótimo, e amei o desenvolvimento de todos os atores, de principais à secundários. Nunca tinha assistido nada do Joe Wright mesmo o cara tendo um super histórico: Orgulho e Preconceito, Desejo e Reparação (baseado no livro Reparação, do autor Ian Mcewan) e Anna Karenina. Mesmo não tendo visto nenhum ( ai gente, desculpa!), sei que são muito bem vistos pela crítica, e talvez um dia eu resolva assistir e talvez postar minha opinião aqui no blog. Agora, vocês sabiam que Alfonso Cuarón, diretor de Harry Potter E O Prisioneiro de Azkaban, teve seu nome associado ao filme? Na época, 
chegaram a pensar que ele seria o diretor, mas logo depois Joe Wright assinou o contrato e acabou com os boatos. Não é possível dizer se eu fiquei feliz ou triste com a notícia :p

Trailer:


Bom gente, é isso. Sim, foi um post super curtinho, mas não tem muito o que contar sobre a história desse filme: só vendo mesmo pra entender. Eu assisti não muito tempo depois de assistir Um Olhar do Paraíso (post sobre esse filme aqui), porque era o único outro filme da Saoirse que tinha no Netflix (e também por causa da história, claro!) e super recomendo pra vocês. Eu, como amante de filmes de ação, fiquei vidrada. Enfim, assistam, comentem aqui a opinião de vocês, sigam o blog pelo Google porque isso ajuda MUITO, sem falar que é só clicar no botão aí ao lado onde está escrito "Participar deste site" e também sigam o Instagram do blog, @ressacanerd ! Beijos e até mais :*

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Cinema: Será Que?

Ficha técnica:
Lançamento: 25 de setembro de 2014 (1h42min)
Dirigido por: Michael Dowse
Elenco principal: Daniel Radcliffe (Wallace), Zoe Kazan (Chantry), Megan Park (Dalia), Adam Driver (Allan)
Gênero: Comédia romântica
Nacionalidade: Irlanda, Canadá

- Não recomendado para menores de 12 anos -
Depois de um término de relacionamento um tanto quanto trágico, Wallace fica numa espécie de luto por um ano para recuperar-se do trauma. Quando ele se sente pronto para seguir em frente, vai numa festa organizada pelo melhor amigo, Allan: uma das primeiras festas que ele vai após o fim do namoro. Lá, num encontro em frente a geladeira, acaba conhecendo Chantry, a prima de Allan. Logo eles começam uma conversa que flui tão naturalmente que Wallace resolve levar Chantry até em casa, e é quando descobre que ela já está num relacionamento firme com um cara chamado Ben. Assim, Wallace perde as expectativas e retorna para casa desapontado. Porém, Chantry e o garoto voltam a se encontrar por um acaso do destino e é quando decidem continuar amigos, só que ela não sabe os sentimentos românticos que Wallace começa a nutrir. Será que?
Eu lembro de quando vi que o filme estava em cartaz, no ano passado. Fiquei com vontade de ver mais por gostar do Daniel Radcliffe do que pela história, e também porque, tenho que admitir, curto comédias românticas. Infelizmente, o filme saiu de cartaz mais rápido do que esperava, e entrou no Netflix mais rápido do que eu esperava também! Não perdi tempo e comecei a assistir, me envolvendo com a história desde o começo. É um filme super gostoso, 
eu ri em diversos momentos (embora seja mais "romance" do que "comédia") e gostei dos personagens.

Claro, não podemos esperar um final super bombástico em filmes desse gênero, então foi 
um final previsível, mas ainda foi legal ver como a história se desenrolou, como os sentimentos dos personagens (principalmente os de Wallace) iam mudando ao longo da história e eu não me arrependo de ter clicado no play. Adorei a combinação de atores também: o Daniel estava ótimo como Wallace, passando bem o que o personagem estava sentindo, e eu nunca tinha assistido nenhum filme com a Zoe Kazan (não que eu me lembre), mas gostei bastante da atuação dela e, ao contrário do que as pessoas aqui em casa disseram, não consigo achar ela completamente feia. Alguém concorda ou sou só eu mesmo?

Trailer:


Espero que tenham gostado do filme dessa segunda-feira. Super recomendo pra quem está afim de ver uma comédia romântica descontraída. O filme nem é muito longo, mas nesse tempo tenho certeza de que vocês vão soltar algumas risadas! Até mais :*

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Cinema: Um Olhar do Paraíso

"A história de uma vida e tudo que veio depois..."




Ficha técnica:

Lançamento: 19 de fevereiro de 2010 (2h15min)
Dirigido por: Peter Jackson
Elenco principal: Saoirse Ronan (Susie Salmon), Mark Wahlberg (Jack Salmon), Stanley Tucci (George Harvey), Rachel Weisz (Abigail Salmon), Reece Ritchie (Ray Singh)
Gênero: Drama, Fantasia
Nacionalidade: EUA, Reino Unido, Nova Zelândia
6 de dezembro de 1973. Norristown, Pensilvania, subúrbio da Filadélfia. Parece mais um dia normal para a família Salmon. O dia começa como qualquer outro, com um café da manhã em família e as irmãs, Susie e Lindsey, indo para a escola. Mas é depois da aula das duas que tudo muda. Por causa de sua paixonite por Ray Singh, um garoto de sua escola, Susie diz pra sua irmã ir para casa sem ela. Vendo uma chance, Ray convida Susie para se encontrarem dali a uns dias no shopping. Feliz, Susie só consegue pensar nisso enquanto atravessa o milharal que a leva direto para o subúrbio em que mora. E nesse momento é abordada por seu vizinho, George Harvey, que insiste em mostrar-lhe um retiro que ele mesmo construiu para as crianças do bairro. Porém, lá dentro Susie é assassinada.

Depois de esperar ansiosamente, os pais de Susie, Jack e Abigail Salmon, chamam a polícia, e só aceitam a morte da filha após encontrarem seu gorro no meio do milharal, ao lado dos destroços do retiro. Há interrogatórios com todos os vizinhos, inclusive com George, que não entra para a lista de suspeitos. Como não foram encontradas mais pistas, a polícia deixa de procurar. Porém, após um certo tempo, tanto Lindsey quanto Jack passam a desconfiar de George, que planeja atacar novamente. E, enquanto tudo isso se desenrola na Terra, Susie está presa num lugar entre o paraíso e o inferno, tentando lidar com a vontade de vingança em relação a George e querendo ajudar a família tanto a pegá-lo quanto superar a sua perda.

Acho que nunca chorei tanto vendo um filme, e eu não choro muito vendo filmes. Seria

capaz de encher baldes, pra ser sincera. Descobri esse filme pela minha mãe, que o havia adicionado em sua lista do Netflix, mas nunca parei nem pra ler sua sinopse. Mas, enquanto via as fotos de uma página no Facebook, uma foto da Saoirse interpretando Susie (foto ao lado) e os comentários das pessoas em relação ao filme me despertaram interesse, e na mesma noite eu convidei meus pais para assistirem comigo. Nunca tinha decidido ver um filme assim, tão inesperadamente, mas não me arrependo nem um pouco, pois acho que é obrigatório pra qualquer um ver esse maravilhoso sucesso do Peter Jackson, principalmente se você quer chorar (muito!). Só de escrever esse post já está me dando uma sensação de tristeza e olhos cheios de lágrimas em relação a situação abordada no filme, a ideia dos criadores de onde vamos quando morremos, porque eu admito:sou daquelas, que de vez em quando para pra pensar nesse tipo de assunto e fico até meio mal quando faço isso.
"Adoro o jeito que as fotos captam um momento antes que ele acabe."
Se você não tiver reconhecido o nome nem visto o filme, talvez não tenha percebido que o ator Stanley Tucci, o assassino de Susie em Um Olhar do Paraíso, também interpreta o Caesar Flickerman, de Jogos Vorazes, e diversos outros papéis em filmes, alguns dos quais eu já assisti. Mencionei isso porque ele recebeu três indicações por Melhor Ator Coadjuvante graças ao George Harvey: ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao BAFTA (British Academy of Film an Television Arts). Uma pena que não tenha ganho nenhuma. Vale lembrar que Saoirse Ronan também foi indicada ao BAFTA de Melhor Atriz, mas não venceu, embora tenha arrecadado diversos prêmios por interpretar Susie Salmon.

Aqui vai o trailer:



Gente, chorei só vendo o trailer, além de ficar toda arrepiada. Vocês já devem ter percebido que, numa nota de um a dez, eu daria onze e numa de um a onze eu daria doze. É uma história emocionante e é incrível como é retratada a mente de um psicopata e os pensamentos de vingança mais profundos de uma garota de 14 anos que quer vingar sua própria morte e os de um pai que quer vingar a morte de sua filha. Apenas assistam a Um Olhar do Paraíso.

Espero que tenham gostado da recomendação dessa segunda-feira. Faça uma blogueira mais feliz deixando um comentário e eu terei prazer tanto em ler quanto em responder, e não deixe de continuar acompanhando o blog. Beijos e até mais :*

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Alguns filmes para 2015!

Olá unicórnios! Tudo bem com vocês? Primeiramente, quero pedir desculpas por não ter postado antes. Queria ter feito esse post já dia primeiro de janeiro juntamente com outro literário, mas não deu pela falta de tempo. Agora, porém, vou voltar com a mesma frequência que antes, sem falar nas mudanças do blog que eu prometi para 2015, por exemplo, a mudança de nome, hehe. Enfim, aproveitando que é segunda-feira, dia de falar sobre filmes, eu resolvi trazer aqui uma lista de 15 filmes que eu quero ver esse ano. Claro que dá pra ver centenas de filmes em 365 dias, mas esses são alguns que não podem faltar. Vamos lá:
  1. O Anjo Malvado
  2. Sociedade dos poetas mortos
  3. Clube da Luta
  4. Homens, Mulheres e Filhos
  5. Batman
  6. Charlie Chaplin
  7. Jogos Mortais
  8. Pretty in Pink (A Garota de Rosa Shocking ou A Garota do Vestido Cor-de-Rosa)
  9. Titanic
  10. Esqueceram de Mim
  11. Os Goonies
  12. Grease
  13. Um Olhar do Paraíso 02/01*
  14. De Volta para o Futuro
  15. - Rever Escola do Rock
  16. Marilyn Monroe
Sim, eu sei que praticamente todos são filmes bem velhos, mas é exatamente o que eu quero: assistir aos clássicos do cinema. Eu sei que roubei um pouquinho, já que alguns desses filmes são trilogias ou mais, mas não adianta tentar me fazer responder somente 15 filmes hehe. E sim, eu tenho uma queda por filmes extremamente velhos como os do Charlie Chaplin, mas quem não gosta? Ele é até o meu plano de fundo da área de trabalho <3
Eu também coloquei aí na lista Escola do Rock, que eu já vi mas faz muito tempo e me deu uma vontade de rever, então deixei ele aí pra vocês verem também hehe.
E essa é uma lista que eu fiz sem incluir os filmes que vão estrear no cinema, porque senão só teria lançamentos (como A Esperança - Parte 2, que vocês sabem que eu não aguento esperar).


*Esse filme está riscado porque, felizmente, foi o primeiro filme que eu assisti em 2015 e eu garanto que não poderia ter escolhido um filme melhor pra começar esse ano! Chorei muito, muito mesmo, e depois que acabou fiquei pensando e pensando na história e chorando mais ainda, É muito lindo e em breve eu faço um post sobre ele aqui no blog pra vocês :)

Enfim, espero que tenham gostado da minha meta em relação a filmes, e aguardem porque ainda essa semana eu vou fazer mais dois posts com metas pro ano (mesmo eu achando chato quem planeja um monte de coisas só porque o ano mudou. Pois é, sou meio contraditória às vezes hehe). Deixem aí nos comentários se você já viu algum desses filmes e o que achou (sem spoilers!) ou se adicionou ele pra ver nesse ano. Até mais e feliz ano novo, né :*

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cinema: A Arte da Conquista

Ficha técnica:

Lançamento: 24 de agosto de 2012 (1h23min)
Dirigido por: Gavin Wiesen
Elenco principal: 
Freddie Highmore (George Zinavoy), Emma Roberts (Sally Howe), Michael Angarano (Dustin), Blair Underwood (Diretor Bill Martinson)
Gênero: Romance, drama
Nacionalidade: EUA


George Zinavoy é o personagem principal dessa trama, e é do tipo que vive se perguntando o sentido da vida. Não quer viver de ilusão como acredita que os outros fazem, e seguindo essa espécie de lei, ele menospreza a monotonia da escola e das tarefas, sendo capaz de acumular uma pilha de deveres de casa que resume todo seu ano escolar. Passa as aulas desenhando e, depois de uma ida à quadra de basquete para fumar, conhece Sally Howe. Ela é linda, diferente e sabe aproveitar a vida, sendo ao mesmo tempo parecida com George. Assim, forma-se uma amizade que faz George ter novos sentimentos, novas coisas para pensar, e a conhecer novas pessoas, incluindo um pintor chamado Dustin, apresentado pelo professor de arte, que passa de amigo e figura inspiratória de George para integrante de um inesperado triângulo amoroso.

Gente, eu não fazia ideia do que estava sentindo quando os créditos começaram a subir. Eu sabia que tinha gostado, isso ficou claro para mim, mas esse filme mexeu comigo de alguma forma que eu ainda não consigo explicar. Ele joga tantas verdades na nossa cara e eu o amei por isso, mas também não pude deixar de gostar quando ele contornava verdades ruins para ilusões muito mais satisfatórias e mais fáceis de conviver. Por exemplo: todos sabemos que vamos morrer. Mas é diferente quando alguém repete em voz alta, e isso com certeza faz com que você tenha uma série de pensamentos e emoções diferentes do que você está
acostumado a ter até esquecer que alguém jogou isso na sua cara. E George aprende a conviver com essa ideia e a viver em cima dela, portanto é diferente para ele quando alguém diz para aproveitar a vida, já que pra ele o importante é estar ciente sobre a morte. Por algumas razões desse tipo eu me identifiquei diversas vezes com o personagem, mas quem não consegue se identificar um pouco com a Sally também? É ela a nova luz da vida do George, mostrando o mundo de uma forma diferente: ela apresenta pra ele sua forma de enxergar a vida, com direito às festas, aos amigos loucos e às futilidades de qualquer humano, e os dois se completam, ele sendo mais o preto e o branco, enquanto ela é cinza e ao mesmo tempo o arco íris inteiro.

Claro que teria romance. Posso dizer que gostei, só não esperava a parte do triângulo amoroso, e acho que se não tivesse a parte do Dustin o filme seria menos do que foi. Isso deu uma certa virada na história, e mexeu completamente com as emoções do George, e da Sally também, mas principalmente as dele, já que ele ainda não tinha acessado esse novo mundo de sentimentos e paixões, e sendo um território desconhecido, ele ficou sem saer o que fazer. Ainda teve a parte familiar, que é complicada para os dois lados: a falta de responsabilidade dos pais de George em relação ao trabalho e a falta de responsabilidade da mãe de Sally, que só sabia trazer novos namorados para casa toda semana. Foi um pacote cheio de clichês, na verdade, mas que soube explorá-los, e eu adorei. Recomendo com muito prazer :)

Dessa vez há apenas um fato que não considero necessariamente uma curiosidade: o nome do filme originalmente seria Home Work (Dever de Casa), e alguns cartazes chegaram a ser divulgados nos EUA com esse título, mas logo depois mudaram para
The Art of Getting By. Eu acho a ideia de o nome ser Home Work boa, já que tem tudo a ver com o filme, mas gosto dos dois, então The Art of Getting By também ficou legal, embora não tenha tanto a ver com a história.


Trailer:



Espero que tenham gostado do post. Até mais :*

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cinema: 10 coisas que eu odeio em você

Ficha Técnica:

Lançamento: 6 de agosto de 1999 (1h37min)
Dirigido por: Gil Junger
Elenco Principal: Heath Ledger (Patrick Verona), Julia Stiles (Katarina Stratford), Larisa Oleynik (Bianca Stratford) e Joseph Gordon-Levitt (Cameron James)
Gênero: Comédia, romance
Nacionalidade: EUA

As irmãs Stratford são super populares na escola por serem proibidas pelo pai de namorar. Mas as duas são conhecidas também por sua personalidade: a mais nova, Bianca, por ser atraente e inteligente, conseguindo chamar a atenção de diversos rapazes, e Katarina (ou Kat), por ser uma completa megera e não ter amigo nenhum. Agora, Bianca quer arranjar um namorado, e após muito insistir, convence seu pai a mudar a regra, só que para pior: a mais nova pode namorar, contanto que Kat arrume um namorado também. Bianca não vê como isso funcionará, mas Cameron, um garoto completamente apaixonado por ela, resolve arrumar um namorado para Kat, e "contrata" o único que teria coragem para isso: Patrick Verona, um garoto misterioso que todos alegam ser delinquente, espalhando boatos como "ele passou um ano preso" ou "comeu um pato inteiro enquanto estava vivo". Ninguém sabe se é verdade ou não.


Não lembro se já falei isso pra vocês, mas eu sou completamente apaixonada por filmes adolescentes dos anos 80, 90 e antigos no geral. Eram muito mais legais, sem ter uma história apelativa, e não tendo aquela afronta à nossa inteligência se é que vocês me

entendem. 10 things i hate about you foi uma experiência muito bacana, e era exatamente o tipo de filme que eu estava com vontade de ver quando iniciei a sessão no Netflix. Claro, a história é meio clichê e meio previsível, mas isso não tira a essência do filme e a atuação dos atores compensa, com certeza. Não posso negar que achei o Heath Ledger absurdamente gato em 1999 (continuaria sendo bonito até hoje), e depois de pesquisar umas fotos atuais do Joseph Gordon-Levitt, tenho que dizer que ele melhorou MUITO. Enfim, o post é sobre o filme, né? Tá, tá, não esqueci.

Acho que esse filme é um clássico das comédias românticas teen, e não tiro a razão. Claro, é muito mais romance que comédia, mas toda hora eu ria com alguma fala ou alguma cena, principalmente quando aparecia o professor deles, que já ganhava minha risada só com suas expressões faciais. Reuni  4 curiosidades pra vocês:

  1. Heath Ledger ganhou de Josh Hartnett e Ashton Kutcher e foi escalado como Patrick.
  2. Apesar de representar a irmã mais velha, Julia Stiles tem apenas 3 meses a mais do que a atriz Larisa Oleynik.
  3. Larisa Oleynik e Joseph Gordon-Levitt, que em 10 Coisas Que Eu Odeio em Você fazem o casal Bianca e Cameron, também faziam um casal de namorados na série da TV americana "Third Rock From the Sun", quando o filme foi rodado.
  4. Vários nomes usados no filme fazem referência à história original Shakesperiana. O sobrenome de Bianca e Kat é "Stratford" (Shakespere nasceu em Stratford-upon-Avon). O sobrenome de Patric é Verona (cidade onde nasceu Petruchio, personagem correspondente da peça). A escola onde estudam os personagens do filme chama-se Padua, que é o mesmo nome da cidade onde se passa a "A Megera Domada" original.
Trailer (legendado):

Bom, espero que tenham gostado do post! Era isso, até mais :*

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Cinema: Mockingjay - Parte 1


Olá, unicórnios! Depois de tanto merchandising pra esse filme, ele finalmente estreou nos cinemas do Brasil e eu não perdi a oportunidade: ontem mesmo eu fui ver e ainda estou abalada emocionalmente se é que vocês me entendem. Com certeza A Esperança - Parte 1 foi um dos melhores filmes ever! Esse post contém spoilers pra quem não leu o livro.

Bom, ao invés de fazer um post mais formal como eu normalmente faço sobre os filmes, esse post vai ser mais descontraído, até porquê todos sabemos quando foi lançado, o elenco e etc, né? Tenho certeza que sim! Já no começo do filme eu fiquei toda arrepiada, mesmo começando diferente do livro: enquanto o livro inicia com Katniss no que restou d Distrito 12, no filme ela está o Distrito 13, repetindo a famosa frase para não perder a sanidade: "Meu nome é Katniss Everdeen, tenho 17 anos...", enfim, com certeza vocês conhecem o resto. A parte da personagem no seu distrito acontece logo depois. Eu não vi problemas, já que muitos dos espectadores não leram o livro e provavelmente ficariam meio desorientado com o começo original. Eu acho que eles fizeram isso algumas vezes: inverter a ordem de alguns acontecimentos, mas eu não vi problema algum, já que li o livro no ano passado e ao longo do tempo esqueci de detalhes.

Eu, ao contrário de muita gente, não chorei em nenhum momento porque é realmente difícil eu chorar assistindo um filme, mas toda hora eu ficava arrepiada. Sério, esse filme foi muito
emocionante e marcante pra mim, e de vez em quando eu me pegava mordendo os lábios de aflição. Um dos maiores motivos que me levou a fazer isso foi a atuação do Josh Hutcherson. O que foi aquilo? Eu normalmente não imagino o Josh fazendo o papel de alguém perturbado, em conflito com si mesmo, só fazendo papéis fofinhos, ou um Peeta fofinho. Mas até nas entrevistas da Capital em que ele estava com boa aparência eu via a diferença entre o Peeta "normal" e o Peeta corrompido pela Capital. As melhores cenas com ele foi, na minha opinião, quando a Katniss vê ele depois de o terem resgatado, porque nós vemos a dor nos olhos dele e eu quase chorei, e na sua última aparição, porque é muito diferente imaginar alguém telessequestrado e ver alguém nesse estado no cinema, até porque eu não imaginei o rosto dele daquele jeito e eu não pensava nele magro daquele jeito, o que eu achei muito bom para dar mais ênfase à tortura que ele sofreu. E, uma das partes que eu mais amei, mas que não tem nada de Peeta, é a Katniss cantando Árvore-forca. Era uma das cenas que eu mais estava esperando e gente: muito amor.


Claro, como todo filme tem seus pontos negativos, por mais que esses sejam em pequenos e não tenham atrapalhado a minha experiência, eu vou comentar eles aqui. A primeira coisa é que eu não entendi porquê simplesmente tiraram a Enobaria da cena em que ela deveria aparecer. Ok, ela não é uma personagem importante vamos combinar e não faz diferença,

mas eu não deixei de notar isso. Não é uma reclamação também, mas tenho certeza de que muita gente percebeu. E a outra coisa é que eu acho que no livro a amizade da Katniss e do Finnick é muito mais profunda, eles estão sempre conversando um com o outro porque se entendem melhor do que ninguém: Finnick está sofrendo pela Annie, e a Katniss pelo Peeta, então quem melhor pra conversar sobre o que estão sentindo senão um ao outro? Acho que no filme faltou um pouco dessa relação que eles criam no livro. Ainda assim, foi um filme maravilhoso, as cenas foram super em produzidas, a Jennifer Lawrence não deixou a desejar como Katniss assim como nenhum dos atores deixaram a desejas para seus papéis. Não vou contar em que momento o filme acaba porque tenho certeza que tira toda a graça!


Pra finalizar, uma dica pra vocês: não saiam antes de os créditos acabarem! Esperem até o final porque com certeza vale MUITO a pena! Até mais :*



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Cinema: O Verão da Minha Vida

Ficha técnica:
Lançamento: 23 de outubro de 2013 (1h43min)
Dirigido por: Nat Faxon e Jim Rash
Elenco Principal: Liam James (Duncan), AnnaSophia Robb (Susanna), Sam Rockwell (Owen), Toni Collete (Pam) e Steve Carell (Trent).
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidade: EUA

No filme O Verão da Minha Vida vamos acompanhar as férias obviamente de verão de Duncan, um garoto meio solitário que mora com a mãe e não suporta o namorado dela: um sentimento recíproco. Na casa de praia em que eles vão passar o verão, Duncan sente-se ainda mais menosprezado pelo "padrasto"e até pela própria mãe, considerando que eles só pensam em se juntar com um casal de amigos irritantes. Assim, o garoto mata o tempo passeando de bicicleta pela cidade, e é em uma dessas pedaladas que ele conhece Owen, um cara descolado que é gerente do parque aquático local. Logo logo Duncan se aproxima de Owen, que arruma um emprego no próprio parque para ele. Duncan nunca pensou que um trabalho faria daquele verão um dos melhores de todos.

Ownt, eu adorei esse filme! Vi ele há quase um mês com minha mãe no Netflix e acabei esquecendo de fazer um post sobre ele. Era exatamente o filme que eu queria assistir no momento: leve e descontraído, pra quando você quer relaxar assistindo algo acana, mas não sem graça. Eu já conhecia a AnnaSophia e adoro ela, mas eu nunca tinha ouvido falar do Liam James, e é uma pena que ele não seja mais famoso. Depois de dar uma pesquisada, fiquei sabendo que ele atuou em 2012 e Aliens vs Predador, dois filmes que pretendo adicionar na minha lista! Voltando sobre o filme: vendo umas críticas, descobri que muita gente achou O Verão da Minha Vida ruim, mas eu recomendo, okay? Sem falar que é um filme atual, acho que esteve até num cinema aqui de Porto Alegre, e eu nunca tinha ouvido falar! Agora, 4 curiosidades pra vocês:

  1. O Verão da Minha Vida é o primeiro longa-metragem dirigido por Nat Faxon e Jim Rash.
  2. O diretor e roteirista Jim Rash afirmou que a cena inicial de O Verão da Minha Vida foi inspirada em uma conversa que teve com o seu próprio padrasto aos 14 anos de idade.
  3. Originalmente, o filme seria ambientado em 1984. A mudança para o tempo atual foi realizada por motivos de orçamento.
  4. Inicialmente, Steve Carell não aceitou participar do produção, pois as filmagens ocorreriam durante as férias da sua família. Ele só entrou no projeto após descobrir que as gravações seriam realizadas em um local próximo à sua casa de verão.

Trailer (legendado, aleluia!):



Era isso, até mais :*


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Cinema: Horror em Amityville (2005)

Ficha Técnica:

Lançamento: 15 de agosto de 2005 (1h30min)
Dirigido por: Andrew Douglas

Elenco Principal: Ryan Reynolds (George Lutz), Melissa George (Kathy Lutz), Chlöe Grace Moretz (Chelsea Lutz), Jesse James (Billy Lutz) e Jimmy Bennet (Michael Lutz)
Gênero: Terror
Nacionalidade: EUA


O filme Horror em Amytiville foi lançado originalmente em 1979, baseado no livro com mesmo nome escrito por Jay Anson e publicado em 1977.

A família Lutz acaa de se mudar para uma mansão com ótimo preço: a casa dos seus sonhos. O casal, George e Kathy Lutz, são os únicos da família que sabem sobre um assassinato brutal que ocorreu ali um ano antes: Ronald DeFeo Jr assassinou toda a sua família enquanto eles dormiam, alegando para a polícia que vozes estranhas vinham da casa persuadindo-o a cometer o crime. Agora, são os Lutz que estão sendo assombrados por fantasmas do passado, principalmente George. Será que o mesmo que aconteceu à família Defeo acontecerá com os Lutz?

Ainda no clima de Halloween, nessa segunda-feira quis vir aqui falar com vocês sore ofilme Horror em Amityville. Sim, eu também não sei como assisti esse filme até o final, cagona medrosa do jeito que sou! Mas reuni coragem e consegui, na companhia de minha irmã e do meu pai (óbvio!). Confesso que ADOREI! Por mais que eu tenha medo, eu gosto do gênero terror/suspense. Achei a história muito legal, e levei mais sustos do que gostaria. Quem gosta de um terror mesmo pode não gostar, porque não é o filme mais assustador do mundo, mas a história também é muito bacana, e eu não me arrependo de ter olhado (mesmo tendo um pouco de dificuldade para dormir depois '-').

Achei também curiosidades sobre esse filme, então:


  1. Horror em Amityville foi o último filme produzido pela Metro-Goldwyn-Mayer com este nome, já que logo após seu lançamento o estúdio foi comprado pela Sony Pictures Entertainment.
  2. Horror em Amityville marca a estreia de Chloë Grace Moretz no cinema. A jovem atriz se especializou, desde então, em produções fantásticas e de terror, como Carrie - A Estranha (2013).
  3. Megan Fox fez testes de elenco para o papel de Lisa, mas os produtores preferiram a atriz Rachel Nichols.
  4. Além de uma indicação ao prêmio de melhor trailer de terror em 2005 no Golden Trailer Awards, Horror em Amityville foi indicado em diversas premiações para o público jovem, como o MTV Movie Awards, o Teen Choice Awards e o Young Artist Awards, entre 2005 e 2006.

Trailer (e por incrível que pareça, as legendas do Youtube estão perfeitas!):




Bom gente, espero que tenham gostado. Até mais :*

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cinema: O Profissional

E aí, gente! Cá estou eu novamente, nessa segunda-feira quente pra caramba, pra falar com vocês sobre filmes! E o filme da vez é O Profissional \o/
Gente, isso é um desenho. Dá pra acreditar? Estou completamente impressionada.
















Ficha Técnica:

Lançamento: 17 de fevereiro de 1995 (1h43min)
Dirigido por: Luc Besson
Elenco: Jean Reno (Leon), Natalie Portman (Mathilda), Gary Oldman (Stansfield), Danny Aiello (Tony).
Gênero: Policial, Drama, Suspense, Ação
Nacionalidade: França

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Mathilda é uma menina de 12 anos que não se encaixa na sua família. Odeia todos, menos seu irmãozinho de 4 anos. Mas tudo muda durante uma ida ao supermercado para comprar leite. Mathilda, ao voltar para casa, se depara com toda sua família morta, e vai para a casa do vizinho, Léon. Porém, ela não sabia que ele é um pistoleiro, e ao descobrir, decide se tornar uma assassina para vingar a morte do irmão. A menina consegue dar um sentido à vida de Léon, e enquanto cuida da casa e ensina o pistoleiro a escrever, ele lhe ensina o básico de como manejar uma arma.

Galera, socorro! Ainda estou de queixo caído com o final desse filme. Eu já tinha passado por ele várias vezes no Netflix, mas nunca fiquei com aquela baita vontade de ver, Acontece que ontem, quando minha amiga veio dormir aqui e estávamos procurando um filme com um pouco mais de ação ou coisa do tipo, O Profissional pareceu super interessante e resolvemos assistir. Posso dizer que não me arrependo! É um filme em envolvente, e a história é muito boa. Pode ser meio sangrento em algumas partes, mas eu amei mesmo assim até porque gosto de filmes sangrentos :3.

Ainda consegui achar umas curiosidades na internet sobre esse filme:


  1. Natalie Portman foi inicialmente recusada para O Profissional, por ser considerada jovem demais. Ela tinha 11 anos na época das filmagens. Esse filme foi a estreia de Portman no cinema.
  2. O personagem Léon tem este nome em homenagem a Léon Gaumont, inventor que desenvolveu técnicas cinematográficas no século XIX. 
  3. Em 26 de junho de 1996, foi lançada nos cinemas franceses a versão do diretor de O Profissional, que tem 26 minutos extras.

É isso gente. Aqui embaixo vocês podem conferir o trailer de O Profissional. Espero que tenham gostado do post, e não esqueçam de deixar um comentário para tornar essa blogueira mais feliz! Até mais :*


PS: Me desculpem pelo trailer sem legenda! É difícil achar legendado o trailer de filmes mais antigos como esse.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Cinema: Juno



Ficha técnica:

Lançamento: 05 de dezembro de 2007 (1h36min)
Dirigido por: Jason Reitman
Gênero: Comédia, Drama
Nacionalidade: EUA
Elenco Principal: Ellen Page (Juno Macguff), Michael Cera (Paulie Breeker), Jennifer Garner (Vanessa Loring) e Jason Bateman (Mark Loring).
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Hey, gente! Hoje estou aqui para falar do filme Juno, que eu vi com minha mami há alguns dias no Netflix. Fala, basicamente, sobre a jovem de 16 anos Juno, que acaba engravidando após passar uma noite com seu melhor amigo Paulie Breeker. Ela está decidida a não criar a criança por ser muito nova e chega a pensar na possibilidade de aborto, mas acaba mudando de ideia e junto com sua melhor amiga começa a procurar os pais adotivos perfeitos para cuidar do bebê.

Não é um filme pesado e eu ri várias vezes com a espiritualidade da Juno, que mantém a cabeça levantada para todos os olhares que recebe na escola. Eu gostei bastante, e confesso que, quando estava procurando algo para ver, escolhi esse filme porque queria ver um pouco mais dos trabalhos da Ellen Page (adoro ela!), e não pela história, mas acabei me envolvendo mesmo assim e por isso recomendo bastante.

Infelizmente, não achei NENHUM trailer legendado ou dublado, então vou deixar aqui pra vocês verem o oficial da Fox em inglês. Não dá pra colocar a legenda do Youtube, mas tem vários outros que pode. Só não coloco aqui porque a tradução do Youtube é uma porcaria. Até mais :*



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Sobre o Netflix!

Hey, peoples! (Primeiramente: desculpem pelo atraso do post :p) Quem acompanha o blog sabe que estou começando a falar sobre filmes e futuramente também falarei sobre séries, música e sobre qualquer coisa legal que me der na telha (o nome do blog será mudado também, aguardem!). Mas, antes disso, quero falar sobre uma das coisas que mais me inspirou para mudar: o Netflix!
Bom, eu duvido que algum de vocês desconheça a existência do Netflix: uma empresa norte-americana que oferece serviço de TV por Internet, com mais de 50 milhões de assinantes em mais de 40 países. Sempre que eu via a propaganda do Netflix eu achava o máximo, afinal, quem não? E nunca imaginei que teria realmente. But, as coisas mudam e... tãtãtãããã... meu pai finalmente assinou! Todos aqui em casa amaram a ideia (meu pai não larga o controle!) e, em um período de 7 dias, olho até 10 filmes, e mais os seriados! É completamente viciante e eu não consigo parar. Todos os filmes são legendados e tem a opção dublado também. Agora, uma coisa que eu achei muito bacana é a ferramenta "Minha Lista": eu sei que você odeia quando demora anos quando não lembra o nome do filme, fica horas olhando a parte do gênero do tal filme e quando finalmente encontra, tem um compromisso, por exemplo, e não pode, mas também não quer sair pra não perder tempo... só que esses problemas acabaram, porque cada coisa que você encontra no Netflix você pode adicionar na lista e olhar depois! A minha lista já está cheia, mas aos poucos eu tenho limpado ela na companhia da mami (para vocês, terráqueos queridos, "minha mãe").

Pra fechar o post: já que a minha presença tem sido assídua no Netflix, vou tentar toda segunda-feira fazer um post sobre um filme (de agora em diante não serão mais apenas adaptações de livros). porque tem uns que são tão bons, mas tão bons, que eu sinto até necessidade de compartilhar com vocês :3

Era isso gente, até mais :*

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Filme x Livro: Cidade dos Ossos!

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Hey, unicorns! Desta vez estou aqui para falar da adaptação cinematográfica de Cidade dos Ossos, o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais. Eu li o livro há poucas semanas (já estou em Cidade de Vidro) e amei, inclusive já tem resenha aqui no blog, você pode lê-la clicando aqui. Bom, o filme eu vi dia 06/10 e posso afirmar seguramente que é como a maioria das adaptações de livros: analisando como filme, é muito bom, mas como adaptação é uma bosta porcaria. Basicamente, pegaram o modelo (no caso, o livro) e reformularam completamente, deixando poucas cenas ou diálogos parecidos/iguais (sim, eu acho que faço esse tipo de post pra xingar mesmo, hehe, sorry).
Primeiro vou falar sobre algumas coisas que realmente me incomodaram, pra depois citar os personagens que eu acho que não combinou. Partiu?

Diferentemente da adaptação de Coração de Tinta (veja o post que falei sobre ela clicando aqui), esse filme tem coisas que não aparecem no livro mesmo. Uma das coisas que mais me incomodou foi que a batalha que vemos se desenrolar no final do livro acontece numa espécie de hospital acho psiquiátrico abandonado, enquanto no filme ela acontece dentro do próprio Instituto! Isso foi o que mais me deixou irritada porquê, dentro desse fato, tem outras coisas diferentes, como por exemplo no livro os "heróis" lutam contra Guerreiros Renegados, e no filme eles lutam contra aqueles monstros que, sinceramente, parecem o Cronos do filme (e que história é essa de pentagrama com luz direcionada pro céu?!)!
Outra coisa foi a luta de Jace e Clary contra (ATENÇÃO! ISSO PODE SER UM SPOILER!) Abbadon, o Demônio Maior, na casa da Madame Dorothea. Sério, até eu matava um demônio daquele. A luta no livro foi contra um Demônio Maior de verdade, aconteceu aquilo com o Alec de verdade e o modo como derrotaram Abbadon foi muito legal, e no filme foi um fiasco. Desculpa, sociedade, mas essa é a verdade.
Só pra finalizar, mais uma coisa que eu não gostei foi o Instituto. No livro, é uma catedral grande, sim, mas simples. Já no filme, é um verdadeiro castelo, luxuoso, cheio de torres, com quartos enormes, "coisa de rico". Não precisava ser assim, gente. Era muito mais fácil deixar como estava, fazer algo que combinasse mais com o descrito no livro, mas tinham que ir lá e fazer aquela igreja majestosa. Falando no Instituto, desde quando tem um Portal lá? Mas, enfim, esses foram alguns dos pontos que eu não gostei e que eu podia falar sem dar spoilers. Agora, os personagens.

  • Valentim: Sem dúvida, foi o que mais me incomodou. Outro verdadeiro fiasco. Cabelo escuro, trancinhas? Acho que não, né? Meu Deus, gente, que desnecessário.
  • Pangborn: Nossa, o que foi aquilo? O Pangborn do livro não era um brutamontes enorme como o do filme, nem usava aquele tipo de roupa!
  • Jace e Clary: Eu amei esses dois! Achei que ficaram perfeitos no papel, sem tirar nem pôr. Gente, o que é o Jamie Campbell suspiros, suspiros...? Socorro. E eu descobri que ele fez um papel nos filmes de Crepúsculo: ele era o Caius, um dos integrantes dos Volturi '-'
  • Alec e Isabelle: Outros que foram perfeitos. Estou fazendo duplas para que o post não fique muuito grande, e como esses personagens foram bons, tudo certo. Bem os atores até combinaram como irmãos, e se encaixaram bem nas descrições do livro.
  • Simon e Magnus: Eu achei, principalmente o Simon, mais ou menos. Não é porquê não são parecidos com as descrições feitas no livro, acho que é porquê não imaginei eles assim. Mas, no final, eles se encaixaram bem e interpretaram o papel com perfeição.
  • Jocelyn e Luke: Eles também foram ótimos. Achei muito parecido com o livro, e descobri que o Aidan Turner (Luke) fez parte do elenco de O Hobbit: ele era do grupo de Thorin Escudo de Carvalho!
Bom, gente, vou parando por aqui. Eu podia ter falado dos vampiros, do Hodge, mas aí o post vai ficar muito extenso e acho que não precisamos disso, não é? Espero que tenham gostado do post, e, só pra reforçar: o filme é bom, a adaptação não, e quem lê provavelmente entende o que estou dizendo, né? Vou ficando por aqui. Beijos e até mais :*